A carreira de Carlos Tevez
Carlos Alberto Tevez, nascido em 5 de fevereiro de 1984, em Ciudadela, na província de Buenos Aires, é com toda a certeza um dos jogadores mais emblemáticos e carismáticos do futebol argentino em todos os tempos. Conhecido por sua força física, determinação, habilidade técnica e personalidade intensa, Tevez construiu uma carreira marcada por títulos importantes, passagens por grandes clubes e uma relação especial com as torcidas por onde passou.
Infância humilde
Sua infância foi humilde, cresceu no bairro Fuerte Apache – um dos mais perigosos de Buenos Aires – e desde cedo o futebol se tornou sua grande paixão e também uma forma de escapar das dificuldades. Formado nas categorias de base do All Boys, rapidamente chamou a atenção do Boca Juniors, clube que o contratou ainda adolescente.
Tevez estreou profissionalmente pelo Boca Juniors em 2001, aos 17 anos, e não demorou para se destacar. Com dribles rápidos, arrancadas potentes e faro de gol, ajudou o clube a conquistar títulos importantes, incluindo a Copa Libertadores de 2003 e a Copa Intercontinental, quando o Boca venceu o Milan. No período, Tevez se consolidou como ídolo da torcida xeneize.
Ida ao Corinthians
Em 2005, transferiu-se para o Corinthians, numa das contratações mais midiáticas do futebol brasileiro à época. Chegou como estrela do ambicioso projeto da MSI e rapidamente se tornou peça-chave. No mesmo ano, comandou o time na conquista do Campeonato Brasileiro, sendo eleito o melhor jogador da competição. Sua intensidade e raça, aliás, fizeram com que conquistasse a admiração dos corintianos, apesar da polêmica saída no ano seguinte.
Ainda em 2006, Tevez iniciou sua trajetória no futebol europeu ao assinar com o West Ham United, da Inglaterra. Seu protagonismo na reta final da Premier League, com gols decisivos que salvaram o time do rebaixamento, transformou-o em herói da torcida. O desempenho atraiu o interesse do Manchester United, que o contratou em 2007.
Ataque memorável
No United, Tevez fez parte de um ataque memorável ao lado de Cristiano Ronaldo e Wayne Rooney. Conquistou a Premier League em 2007/08 e 2008/09, além da Liga dos Campeões da UEFA de 2007/08 e do Mundial de Clubes de 2008. Apesar do sucesso, divergências contratuais e a falta de titularidade constante levaram à sua saída.
Em 2009, Tevez protagonizou sem dúvida uma das transferências mais polêmicas do futebol inglês ao trocar o United pelo rival Manchester City. Sua chegada marcou um momento de virada para o City, que buscava se estabelecer entre os grandes da Inglaterra. Tevez se tornou capitão e ídolo, conquistando a FA Cup de 2010/11 e, sobretudo, a Premier League de 2011/12, o primeiro título inglês do clube em 44 anos.
Passagem pela Itália
Depois de quatro temporadas no City, em 2013, Tevez se transferiu para a Juventus, onde manteve o alto nível. Foi peça fundamental nas conquistas de dois Campeonatos Italianos (2013/14 e 2014/15) e ajudou o time a chegar à final da Liga dos Campeões de 2014/15, quando a Juve acabou derrotada pelo Barcelona.
Em 2015, retornou ao Boca Juniors, realizando o sonho de voltar ao clube de coração em grande fase. Novamente decisivo, conquistou o Campeonato Argentino e a Copa da Argentina no mesmo ano. Em 2017, surpreendeu ao aceitar uma proposta milionária do Shanghai Shenhua, da China, mas sua passagem foi breve e marcada por críticas ao seu rendimento.
De volta ao Boca
Tevez voltou ao Boca em 2018, onde encerrou sua carreira profissional em 2021, com mais títulos e momentos importantes, incluindo a conquista da Superliga Argentina e da Copa da Liga Profissional. Em toda sua trajetória, também teve papel relevante na seleção argentina, conquistando o ouro olímpico em Atenas 2004 e participando de Copas do Mundo (2006 e 2010) e Copas América.
Após pendurar as chuteiras, Tevez iniciou sua carreira como treinador, assumindo o comando do Rosario Central em 2022 e, posteriormente, do Independiente em 2023.
Em resumo, a história de Carlos Tevez é marcada pela superação e pela identificação profunda com as torcidas. Seja em Buenos Aires, São Paulo, Manchester, Turim ou Pequim, o “Apache” deixou sua marca como um jogador que jogava não apenas com os pés, mas também com o coração.
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